terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Um dia desses...
Se fosse fácil mudar as vontades, eu casaria com ela. Por saber que o produto é mais que bom. Por saber que ela me guiaria nas danças, sem nenhum problema. Por saber das coerências dela. Por também querer escutar Cazuza e Barão na igreja – ou onde pudesse ser o nosso casório.
Por saber, ainda, que a cara de braba, de poucos amigos, esconde uma meiguice inestimável, um ombro sempre atento para confortar, uma bochecha sempre pronta para um beijo. Por saber que ela faria pão para mim, e babaria a performance de Wagner Moura até em uma comédia brasileira sem tanta graça assim.
Ela, talvez, ainda me ensinaria algo sobre os amores infrutíferos, e sobre uns valores humanos mais do que necessários. Porque um dia desses, quem sabe, eu me caso com você.
Por saber, ainda, que a cara de braba, de poucos amigos, esconde uma meiguice inestimável, um ombro sempre atento para confortar, uma bochecha sempre pronta para um beijo. Por saber que ela faria pão para mim, e babaria a performance de Wagner Moura até em uma comédia brasileira sem tanta graça assim.
Ela, talvez, ainda me ensinaria algo sobre os amores infrutíferos, e sobre uns valores humanos mais do que necessários. Porque um dia desses, quem sabe, eu me caso com você.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Fantasias

“Ah, as fantasias sobre o amor absoluto. Sinto muita inveja da Mãe, cada vez que me lembro dessa história. E daria um braço, desde que não o meu braço de pintar, para ser objeto de um amor destes. Para ser a menina dos olhos de alguém. Deve ser uma sensação maravilhosa saber-se responsável pelo sorriso do outro, uma fonte inesgotável de poder”.
Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite, de Fal Azevedo.
Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite, de Fal Azevedo.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Não repito apelidos, músicas, lugares. Mas repito saudade. Tudo culpa da minha ineficiência de finalizar ciclos. Hoje, essa bendita corrói tudo aqui. Tento um choro tímido, penso nas palavras que guardei e jamais consegui retirar da gaveta. Personifico outros sorrisos para minha galeria abastecida de expressões já amareladas pelo tempo.
E o tempo... Não para, não volta, não perdoa. E incomoda.
E o tempo... Não para, não volta, não perdoa. E incomoda.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
"E dos amigos que se foram
Eu hoje estou com saudade
Na noite quente e no calor
Que sobe do asfalto
Saudade quente
Saudade da roda de cerveja
Dos amigos da madruga e
Saudade de nadar no mar
E um dia ter sido mais puro
Saudade da primeira namorada
E namorado também
Saudade, principalmente
Da irresponsabilidade
Saudade, meus amigos
Daqui a pouco vou estar com vocês"
Eu hoje estou com saudade
Na noite quente e no calor
Que sobe do asfalto
Saudade quente
Saudade da roda de cerveja
Dos amigos da madruga e
Saudade de nadar no mar
E um dia ter sido mais puro
Saudade da primeira namorada
E namorado também
Saudade, principalmente
Da irresponsabilidade
Saudade, meus amigos
Daqui a pouco vou estar com vocês"
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Esconderijo
"Havia qualquer coisa de mágico numa ilha - a simples palavra sugeria fantasia. Perdia-se o contato com o mundo - uma ilha era um mundo próprio, um mundo à parte. Um mundo, talvez, do qual nunca poderemos regressar".
E não sobrou nenhum, Agatha Christie.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
Repetindo:
"Mas, é incrível: quando a gente perde alguém, não falta um pedaço. Esse alguém passa a fazer parte da gente". C.G.
Desde [antes de] ontem essa frase martela aqui. O que se perde, o que se ganha, qual o pedaço que fica no caminho da estrada que se divide?
Apesar da tatuagem, que tanto gosto, sonho, agora, por menos aglutinação. Porque o pedaço que passa a fazer parte quer, a todo momento, a todo custo, mostrar que está ali, figurando. Quer mostrar que é seu, apesar de sê-lo apenas metaforicamente. E sobra o latejar das pontadas.
É, neste caminho, intitulado talvez como o da volta, será necessário reaprender a ser o “eu, nós, todos”, destacando aquilo que a primeira pessoa consegue ser. Vai doer [está doendo], mas é preciso encurtar distâncias, é preciso achar a essência que ainda não se perdeu.
***
E do Personare:
O CEIFADOR
A IMPORTÂNCIA DE DEIXAR IR
Cultivar o desapego é um dos conselhos fundamentais dado pelo arcano chamado “O Ceifador”, Lucas. Existem momentos da vida em que somos desafiados a perder cascas, a compreender a importância de caminhar, deixando paisagens para trás. Ainda que isso doa, uma vez que nosso ego se estrutura a partir de apegos e identificações, é a compreensão meditativa de que tudo passa que lhe permitirá seguir caminhando e, enfim, abrir-se ao novo que belamente se introduz em sua vida, pouco a pouco, passo a passo, até que você apareça com a alma totalmente renovada. Procure se interiorizar neste momento, evitando grandes atividades sociais. Faça este contato com o núcleo da sua alma e você entenderá quais são as coisas que precisam ser deixadas para trás.
Conselho: Viver é perder cascas continuamente!
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Só eu sei teu nome mais secreto

Sou cíclico, mas não admito certas repetições. Apelidos carinhosos, por exemplo. Jamais deixarei alguém tentar, mesmo que sem saber, inicialmente, usar alguma alcunha que foi de outrem. A palavrinha que soava brega, por exemplo. Dava uma certa vergonha, proferida em público, mas tinha sua fofura, e só fazia sentido naquele momento, com aquela pessoa.
Uma outra, sempre no diminutivo, então, é ainda mais complicada. Letras unidas em uma palavra mais do que genérica, que, mesmo parecendo decrescida visualmente, representava bem, acho, aquilo que a relação queria ser, e pedia.
É. Eu vou, volto, desenlaço, volto a fazer o nó, viro o jogo, reencontro algumas cartas do baralho, mas repetir os apelidos, ah, isso eu não faço.
"Só eu sei teu nome mais secreto
Só eu penetro em tua noite escura
Cavo e extraio estrelas nuas
De tuas constelações cruas"
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Dias intranquilos
Daí você começa a sentir um cansaço extremo. Um sono que não tem fim. Uma falta de vontade sem tamanho. Tanta coisa para fazer, tanta decepção, de tantos. Sem falar neste estado de indiferença que não comporta o que eu sabia ser.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)
